Mundo de Coisas Minhas

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Vocês já sabem que eu e a Karen do Eu, Papel e Palavras estamos numa empreitada de escrever um livro até 31 de janeiro. Sabem também que estou escrevendo ficção científica.

E também sabem que a coisa tá feia, mas que está caminhando bem e que eu estou escrevendo de madrugada (pessoas que acompanham meu Twitter já devem ter percebido). Já postei aqui um pouco sobre a protagonista e trama e coloquei uma cena emblemática do livro. Agora é hora da sinopse oficial!

Então vamos lá:

Em Metrópole não há poluição. Em Metrópole não há pobreza. Em Metrópole não há crimes. Metrópole é um lugar seguro. Metrópole é o último refúgio.

Numa cidade onde a excelência intelectual governa a vida dos cidadãos, qualquer falha é sinal de fraqueza. Quando Andrella descobre que é um fracasso e que seu tio está desaparecido depois de um crime que não acontece há mais de 20 anos, ela se vê compelida numa trama envolta em poluição, pobreza e crime.

Andrella sempre soube que as coisas são diferentes do que aparentam ser – ensinavam isso na escola. O que ela não sabia, e sequer poderia imaginar, era o quanto.

*música dramática no fundo*

Quanto à escrita em si, desde a semana passada foram 5.004 palavras. Um pouco menos que na última leva, mas realmente foi um processo mais difícil que dá última vez. Escrever é muito mais trabalho duro que inspiração do além, mas senti que estava mais cansada e com mais sono, o que me comprometeu minha performance. E tem horas que não vale a pena inistir demais. É melhor deixar do que jeito que tá e ir dormir.

Outra coisa que aconteceu foi uma reescrita. Eu contei pra vocês da última vez que estava escrevendo um “Intervalo”, uma espécie de capítulo entre os capítulos. O problema é que eu escrevia e escrevia, mas sentia que não estava funcionando. Quando terminei, não gostei e não achei que estava dentro do “clima” da história e que não estava ajudando muito a trama. Tomei coragem e apaguei tudo (quase 900 palavras) e fui pensar numa outra solução. Consegui achar outra saída e isso meio que me “destravou” pro resto da história que ainda andava meio “bloqueada”.

Agora estou no capítulo 11 que é um capítulo de muitas descobertas e em que alguns personagens legais vão aparecer! Espero chegar até o próximo “Intervalo” até semana que vem.

A vida no solitário Word...

Obrigada pelo apoio, pessoal. Vocês são ótimos!

E mais uma semana do desafio maluco que eu e a Karen, do Eu, Papel e Palavras, nos enfiamos. A meta é terminar um livro até dia 31 de janeiro. Será que dá tempo antes que a gente pire de vez?

Não vou mentir pra vocês pessoal, está sendo difícil. Mas ao mesmo tempo muito positivo, pois estou aprendendo a respeitar meu rítmo e a criar o hábito de escrever todo dia. Desde semena passada, estou escrevendo de madrugada (que é uma hora boa por conta do silêncio e da ausência de distrações virtuais ou não) e escrevi todos os dias (exceto ontem, que foi ano novo).

Foram ao todo 5.427 palavras escritas entre segunda e sexta-feira e agora estou escrevendo o que eu chamo de “Intervalo”, que são escritos entre um capítulo e outro. Quando terminar, vou pro capítulo 10.

Semana passada postei pra vocês como é a história e sua protagonista, hoje vou postar um trecho que acho bem emblemático. Inclusive, arrisco dizer que é minha cena favorita do livro, que acontece na primeira parte.

– Está bem, está bem – murmurou Andrella suando frio de tanto medo. Não sabia como uma arma poderia machucar alguém sendo um pedaço de metal, mas achava que não seria muito bom descobrir.

– Ótimo – falou a mulher – então vamos começar. Você é Andrella apud Gabriela-Armed? – a garota não pôde deixar de notar um certo cinismo na voz da outra – responda!

– Sim – respondeu ela, tremendo – sou eu.

– Você mora com Argorio apud Luna-Stenka?

– S-sim.

– Quantos anos você tem?

– Q-quinze anos – gemeu a garota.

– Ótimo – exclamou a mulher baixando a arma – venha comigo se quiser viver.

Faltam 6 capítulos. Tem muita coisa pra acontecer ainda! Diria que escrevi dois terços do livro. Mas estou empolgada. Essa semana vai ter mais uma maratona de escrita da madrugada.

Ao infinito e além!!!

Ou pelo menos até 31 de janeiro…

30 dias to go…


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