Mundo de Coisas Minhas

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Pessoal, é com muita alegria que eu anuncio que estarei nessa antologia de contos que tem como tema principal o fim do mundo!

Meu conto se chama “Uma Canção Para o Fim” e explora a ideia de apocalipse numa mistura de fantasia, sobrenatural e, claro, um drama básico.

Dias Contados Vol.3 - Contos sobre o fim do mundo

A ideia desse conto surgiu meio que derivada de uma história que inventei para um romance, uma história maior. No caso o conto narraria coisas que aconteceram antes dessa possível história que um dia, quem sabe, eu irei escrever.

O clima do conto é meio caótico, afinal, é o fim do mundo! A abordagem que escolhi foi narrar tudo do ponto de vista de uma personagem em especial, então as coisas acontecem na cabeça dela. E bem, eu imagino que viver o fim do mundo seja no mínimo uma experiência confusa, então isso refletiu no conto. rs

A parte mais difícill foi mesmo narrar o final do conto, porque eu tinha que colocar várias coisas num espaço pequeno. Confesso que sou mais escritora de romances, em que a gente pode divagar pra sempre, então contos sempre exigem muito de mim porque eu sou uma pessoa bastante prolixa. 🙂 Mas gostei bastante do resultado final.

Agradeço imensamente a três pessoas que me ajudaram muito com esse conto.  Primeiro Karen Alvares e Nívia Fernandes (Nikaaaaaaaari) que me ajudaram coma  primeira versão, dando ideias e sugestões para que o final do conto pudesse sair do melhor jeito possível. Meninas, vocês são as melhores revisoras do mundo! Depois agradeço ao Anderson Borges, amor da vida toda, que leu o conto na sua segunda versão e fez sugestões críticas muito pertinentes, inclusive, melhorando o título. Amor, você é bom demais com títulos! 🙂 Obrigada pelas ideias e por passar segurança!

A publicação é da editora Andross e o lançamento do livro será no dia 9 de junho, em São Paulo, no China Trade Center às 15hrs. Quem for de SP, não deixe de dar uma passadinha lá e se apresentar, porque eu estarei lá!

Quem tiver interesse em adquirir o livro, pode entrar em contato comigo depois do dia do lançamento. Quem quiser saber mais sobre essa antologia, é só clicar aqui.

Estou super feliz, pessoal! 🙂

Confiram o booktrailer pra entrar no clima!

Ah, lembrando que a Andross vai lançar outras antologias com temas diferentes também no dia 9 de junho. Dentre elas, temos:

Todos esses vão ter contribuição da Karen Alvares, a minha companheira de escrita.

Seguindo o exemplo do ano passado, estou postando minha Lista de Livros Lidos em 2011. Sim, eu sei que o Skoob faz isso, mas sempre acho legal postar aqui no blog e ter um olhar mais distante do que realmente li esse ano.

Primeiramente, tenho que dizer que por conta da faculdade, acabo lendo muitos textos e livros teóricos. Bem, não os coloquei na lista. Só incluí mesmo romanes, livros de contos completos, peças de teatro, livros de auto-ajuda/saúde s e livros de ensaios completos. E no final, vai minha lista de releituras.

Acho que está na ordem de leitura. Acho.

Ah, os livros que foram resenhados são os links. Só clicar pra ler a resenha, okay?

Romances

  1. Feios, Scott Westerfield
  2. A Conspiração Franciscana, John Sack
  3. Perfeitos, Scott Westerfield
  4. The Tales of Beedle, the Bard, J.K.Rowling
  5. A Caçadora Vol.1: Sorriso de Vampiro, Vivianne Fair
  6. Harry Potter and the Sorcerer´s Stone (Special Anniversary Edition), J.K.Rowling
  7. Coração de Tinta, Cornelia Funke
  8. Guerras do Mundo Emerso Vol.1: A Seita dos Assassinos, Lícia Troisi
  9. Guerras do Mundo Emerso Vol.2: As Duas Guerreiras, Lícia Troisi
  10. Tambores de Angola, Robson Pinheiro por Ângelo Inácio
  11. A Escolha de Elphame, P. C. Cast
  12. As Crônicas de Gelo e Fogo Vol.1: A Guerra dos Tronos, G.R.R. Martin
  13. Neon Angel: A Memoir of a Runaway, Cherie Currie & Tony O´Neill [sem tradução no Brasil]
  14. Academia de Vampiros Vol.1: O Beijo das Sombras, Richelle Mead
  15. As Crônicas de Gelo e Fogo Vol.2: A Fúria dos Reis, G.R.R. Martin
  16. Looking For Alaska, John Green [Quem é você, Alasca?]
  17. The Hunger Games, Suzanne Collins [Jogos Vorazes]
  18. Cathing Fire, Suzanne Collins [Em Chamas]
  19. Mockingjay, Suzanne Collins [A Esperança]
  20. Academia de Vampiros Vol.2: Aura Negra, Richelle Mead
  21. Beautiful Creatures Vol.1: Dezesseis Luas, Kami Garcia & Margaret Stohl
  22. Anna e o Beijo Francês, Stephanie Perkins
  23. An Abundance of Katherines, John Green [sem tradução no Brasil]
  24. As Sagas da Terra de Arnes: À Sombra do Cavaleiro Negro, Oberdan Lira

Livros de Contos

Moral Disorder, Margaret Atwood [sem tradução no Brasil]

Peças de Teatro

The Rover, Aphra Behn

Livros sobre saúde

Preservação da Saúde e Controle do Estresse, Michel Echenique Isasa

Livros de Ensaio

  1. Survival: A Thematic Guide to Canadian Literature, Margaret Atwood
  2. Second Words, Margaret Atwood
  3. Negotiating With the Dead: A Writer on Writing, Margaret Atwood

Releituras

  1. Oryx and Crake, Margaret Atwood [Oryx e Crake] Romance
  2. The Year of the Flood, Margaret Atwood [O Ano do Dilúvio] Romance
  3. The School for Scandal, Sheridan [sem tradução oficial] Peça de Teatro
  4. Lord of the Flies, William Golding [O Senhor das Moscas] Romance

Saldo total de livros lidos: 30 livros

Total de releituras: 4 livros

Ano passado foram 32 livros lidos e 13 releituras, mas não considero esse ano um retrocesso de modo algum. Fiquei praticamente 5 meses parada, só lendo livro teórico para escrever meu projeto de seleção pra pós-graduação. Li muita teoria. Quando finalmente terminei de estudar, pude me dedicar a ler o que eu queria, e olhando agora, percebi que li muita coisa que eu quis. Principalmente livro de fantasia/sobrenatural/ficção científica, que é o que realmente gosto.

Percebi também que escrever nos meus dois blogs, esse e o Livros de Fantasia, realmente me animam mais a ler e a organizar meus planos de leitura. Estou muito feliz com minha vida de blogueira séria que agora vai fazer dois anos. Eeeeeeeeeeeeh! Obrigada a todos vocês, meus leitores, pela confiança na hora de indicar livros! Vocês são muito especiais com certeza.

Desejo a vocês um ótimo 2012 com muitos livros e muito tempo para ler os livros que vocês mais querrem ler!

Bem humorado, leve e inteligente, Meia-Noite em Paris é uma boa opção para um cineminha de fim de tarde. Com piadas inteligentes e um monte de referências à literatura, é com certeza um excelente retorno de Woody Allen.

O filme explora os sonhos de Gil Pender, um roteirista de Hollywood, que, cansado de faturar milhões em roteiros super clichés, decide escrever um livro. Aproveitando uma inesperada viagem para Paris, ele decide se inspirar na cidade, mas encontra uma oposição na figura de sua noiva, Inez, que acha que ele é um sonhador. Envolto pela atmosfera fútil de Inez e seus pais (sim, os sogros estão na viagem) e no pedantismo de um casal amigo, Gil encontra refúgio na última badalada da meia-noite quando pega carona num carro antigo e vai parar na Paris dos anos 20, que, para Gil, é a melhor época que já existiu.

Gil então começa a passar a noite com o casal Scott e Zelda Fitzgerald, Ernest Hemingway, T.S.Eliot e Pablo Picasso, e tem seu livro analisado por ninguém menos que Gertrud Stein. Os dias então começam a ficar enfadonhos para ele que começa a questionar seu relacionamento com Inez e a ansiar desesperadamente pela última badalada para assim começar sua balada com o pessoal da década de 20.

O filme é divertido e conta com uma performance muito cativante de Owen Wilson no papel principal. Mas a cena é roubada toda vez que Ernest Hemingway aparece procurando uma briga ou fazendo qualquer outra coisa muito muito máscula. hahahahaha Lembrando que o filme provavelmente vai ser mais engraçado se você tem alguma noção de literatura em língua inglesa o suficiente para saber: que Hemingway era um tipo super masculino (foi pra guerra, voltou, escreveu livros sobre guerra, pescava, caçava, brigava, etc) e tinha predileção pela escrita super enxuta; que Scott Fitzgerald é em alguns círculos até hoje considerado um autor menor e que havia muita polêmica em relação a seu casamento com Zelda, que, na vista das pessoas, tinha inveja do talento do marido; que nos anos 20 a onda era surrealismo e por aí vai. Mas confesso que apesar de ter rolado de rir com as piadas literárias, não entendi metade das piadas sobre pintura.

Mas mesmo com esse apelo um tanto intelectual, o filme não é pedante e quem não saca nada também pode se divertir com essa comédia romântica. O final é um tanto cliché, mas isso não tira de modo algum o mérito da produção e/ou do roteiro. Recomendo muito.

Meia Noite em Paris está concorrendo a três Oscars esse ano: Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original. Acho que não vai ganhar nenhum, mas se tiver alguma chance será em roteiro original.

Então, vamos começar do começo. E esse começo vem de uma idéia antiga para um post complicado sobre essa questão básica de “O que significa ser mulher? O que é expressar feminilidade?”. É o tipo de pergunta que não tem uma resposta pronta, direta. É o tipo de coisa que a gente pode divagar, discutir, pensar junto. Acredito que não possa ser respondido. E isso só daria um post – dando continuidade ao post da Sandy – enorme . Enorme mas talvez que as pessoas não fossem achar interessante porque seria longo e meio repetitivo. O que me leva à questão da verdade, que até comecei a questionar no post sobre o Carnaval, mas que também daria uma discussão longa e repetitiva. Me veio então a idéia de outro post sobre The Runaways que também seria longo e cansativo. A solução? Juntar os três temas numa coisa só.

Estudar crítica feminina abriu a minha cabeça, sério. Sempre tive um grande preconceito contra a crítica literária feminista, grande parte devido a interpretações errôneas e aulas fuleiras sobre literatura americana do século XX. Na minha concepção feminismo era uma coisa ultra radical, meio forçada, idealista, beirando o sem noção. No entanto, pesquisando Margaret Atwood fui forçada a ler crícia feminista e meu primeiro contato foi com Sandra Gilbert e Susan Gubar na edição mais recente da Northon Anthology of Literature by Women [Antologia Northon de Literatura Feminina, em tradução livre], uma tora de dois volumes com mais de duas mil páginas! Confesso que comecei a ler a introdução com o pé atrás, mas logo no primeiro capítulo, sobre os primeiros textos escritos por mulheres na Idade Média, meu mundo mudou. Devorei os textos teóricos numa rapidez incrível. Tomei total consciência de toda a luta das mulheres nos últimos séculos e constatei  com comprovações teóricas o que já tinha percebido intuitivamente ao longo dos anos: que ser mulher é uma construção.

Eu recomendo a todos aqueles que tenham qualquer interesse em estudar construção do imaginário (seja ele de raça, gênero, classe social) a leitura dos textos teóricos dessa antologia e/ou o livro A Madwoman in the Attic, das autoras acima mencionadas. É um panorama muito bem pesquisado e muito bem escrito (ou seja, rende uma leitura prazerosa) que mostra de século em século a construção da sociedade em torno do que é considerado, hoje, uma mulher e consequentemente, o que cabe a ela fazer ou não fazer.

A coisa parece bem óbvia, mas o buraco é mais embaixo. Grande parte do que li, já tinha percebido pelas idas e vindas da vida, mas confesso que fiquei muito mais atenta a questões mais sutis. O discurso sobre a mulher tem sido contestado de uma maneira mais, digamos, universal a pouco mais de um século e algumas construções ficam na nossa cabeça sem que a gente perceba. Por exemplo, a famosa frase “Mas uma mulher fazendo isso.!..” ou aquele comentário maldoso “Se fosse homem, até que vai, mas mulher…”. Claro que temos que tomar cuidado para não cair em radicalismos e sair por aí com a bandeira que mulheres são melhores que homens e que os homens que se explodam. A questão não é superação, é igualdade. O que me leva a The Runaways.

The Runaways é meu novo vício. Sou uma pessoa extremamente passional e quando cismo com uma coisa, não largo. Então nas últimas semanas tenho dedicado meu pouco tempo livre a pesquisar a história da primeira banda de rock só de garotas. Pesquisei em tudo quanto é lugar. Wikipedia, blogs obscuros, Youtube, sites de música, blogs de ex-integrantes da banda, e-books, entrevistas, documentários. E o que encontrei? Bem, resistência. É impressionante. Cinco garotas cantando rock incomoda muita gente, mas cinco garotas cantando rock falando de sexo e festa incomoda muito mais.

Incomoda até os marmanjos que falam de sexo e festa.

Cara, eu gostei MUITO da banda. Gostei do som, gostei da interpretação. Achei forte, mexeu comigo. E é isso que procuro em música, em arte em geral, coisas que mexem comigo, que me fazem sentir alguma coisa. Foi uma banda montada? Foi. Mas foi uma banda fake? Hum não. Na minha opinião o que elas fizeram foi genuíno, chega a ser imaturo em algumas partes, mas foi algo delas. Um modo de se expressar num mundo turbulento que simplesmente aceitava que garotas ficassem em portas de show pra transar com os caras da banda, mas não aceitava que as garotas fossem a banda.

The Runaways nunca foi sucesso nos Estados Unidos, apesar de ter sido uma banda considerada na Europa e uma febre no Japão (com direito a album ao vivo gravado por lá, meu favorito por sinal, Live in Japan). Engraçado o comentário de Jackie Fox, ex-baixista, em seu extinto site: The Runaways era revolucionário demais para o público masculino conservador mas era sexy demais para as feministas radicais o que resultou em uma baixa popularidade nos EUA. A banda era taxada de poser, antro de promiscuidade, transmissora de valores degradantes da sociedade. Ué, mas se você pegar uma letra de música do Led Zeppelin, vai encontrar a mesma coisa. Então qual o problema?

O problema é que mulher transgressora é taxada, primeiramente, de louca. Se o lance de louca não funcionar, vem o o rótulo de lésbica. Se o de lésbica não funcionar, bem, aí não se tem escolha e vem o de prostituta promíscua. Aí não tem jeito, a mulher fica marginalizada, excluída e sofre preconceito sem nem mesmo ter sua voz ouvida. Todo mundo tem direito de não gostar de determinada música, o problema é que a crítica às Runaways sempre pegava no lado “volta pra casa, garotas”.

Nesse sentido, ouvir Joan Jett, aos 16 anos, cantando o trecho abaixo é no mínimo revelador:

Wild in the streets, barely alive
Mama’s always telling me stay inside
Don’t you hang around with those young boys
Soon you’ll be lovin’ them
They’re all night toys

Hot love hear, I got the drive
Neighbours been bugging me I gotta hide
I am the bitch with the hot guitar
I am the air, the sun and stars

I wanna be where the boys are
I wanna fight how the boys fight
I wanna love how the boys love
I wanna be where the boys are

Talvez Kim Fowley, produtor da banda, (figurinha bem questionável) não tenha pensado nas implicações do que estava escrevendo, assim, só pra chocar, mas ao colocar Jett para cantar e interpretar a música, as palavras ganham novo valor. A questão não é ficar com os garotos pra ser uma vadia promíscua e sim ter a oportunidade de fazer as mesmas escolhas que os garotos, de poder dizer que sim ou poder dizer que não.

Obviamente idealizar qualquer coisa na vida pode ser algo muito perigoso (e cegante!). O que nos leva de volta à questão da verdade. Muita informação sobre The Runaways é extremamente contraditória e isso fica evidente no filme Edgeplay, um documentário produzido por Victory Trishler-Blue, ex-baixista da banda. No filme, cinco ex-integrantes [Cherrie Currie (vocalista), Lita Ford (guitarrista solo),  Jackie Fox (baixista até 1977), Vicki Blue (baixista de 77 a 79) e Sandy West (bateirista)] contam sua versão do que realmente aconteceu desde a idealização do grupo em 1975 até o turbulento fim em 1980. É impressionante como a versão dos fatos é contada de uma maneira diferente por cada integrante e o fato de Joan Jett ter se recusado a participar do filme e proibir que suas músicas fossem usadas na trilha é, no mínimo, instigante.

Onde está a verdade? Existe uma verdade? The Runaways foi uma banda revolucionária de garotas cheias de atitude ou foi uma idéia louca de um produtor que explorou tudo o que pode de adolescentes frágeis mas talentosas?

A minha conclusão é de que a verdade, e principalmente, a verdade sobre mulheres sempre é uma mistura das duas coisas. Tudo começa com uma idéia e essa idéia é sugada e apropriada até se tornar uma coisa completamente diferente que apenas apóia o “poder do patriarcado” (odeio usar essa expressão, mas é necessário). Mulheres são sempre vistas como extremos, mas talvez o que seja necessário é ver que somos o meio. Que somos revolucionárias, mas que somos frágeis; que vamos à luta, mas que temos medo; que fazemos muito barulho, mas que queremos paz; que somos simplesmente seres humanos.


Let me tell you what we´ve been doing
Neon angels on the road to ruin


Começando as retrospectivas do ano, resolvi postar os livros que li 2010 pegando carona na idéia da Ily do blog Por Essas Páginas. Como sou aluna de Letras/Inglês, grande parte dos livros que li está em inglês [título em português vai na frente] e alguns deles fizeram parte da leitura obrigatória do meu curso. Incluí somente obras completas, ou seja, romances e peças de teatro. Poemas e contos ficaram de fora.

Eu queria muito, mas a lista não está na ordem de leitura.

  1. Death of a Salesman – Arthur Miller [A Morte do Caixeiro Viajante]
  2. Translations – Brian Friel [sem tradução]
  3. Riders to the Sea – John Synge [sem tradução]
  4. Comprometida – Elizabeth Gilbert
  5. The Dumb Waiter – Harold Pinter
  6. Look Back in Anger – John Osborne [sem tradução]
  7. A Christmas Carol – Charles Dickens [Um Conto de Natal]
  8. Crônicas do Mundo Emerso Vol.1 – A Garota da Terra do Vento – Licia Troisi
  9. Crônicas do Mundo Emerso Vol.2 – A Missão de Senar – Licia Troisi
  10. Crônicas do Mundo Emerso Vol. 3 – O Talismã do Poder – Lícia Troisi
  11. Oryx and Crake – Margaret Atwood [Oryx e Crake]
  12. The Year of the Flood – Margaret Atwood [sem tradução]
  13. The Handmaid´s Tale – Margaret Atwood [O Conto da Aia]
  14. The Importance of Being Earnest – Oscar Wilde [A Importância de Ser Prudente]
  15. Pygmalion – Bernard Shaw [Pigmalião]
  16. Energia – Robson Pinheiro
  17. A Caminho da Luz – Chico Xavier por Emmanuel
  18. Frankenstein – Mary Shelley
  19. He – Robert A. Johnson
  20. Artemis Fowl – O Código Eterno – Eoin Colfer
  21. Artemis Fowl – A Vingança de Opala – Eoin Colfer
  22. Ave, Cristo – Chico Xavier por Emmanuel
  23. Stonehenge – Bernard Cornwell
  24. Nick e Nora – Uma noite de amor e música – Rachel Cohn & David Levithan
  25. Contos do Esconderijo – Anne Frank
  26. O Dia do Curinga – Jostei Gaarden
  27. Grande Sertão: Veredas – João Guimarães Rosa
  28. A Misteriosa Chama da Rainha Loana – Umberto Eco
  29. The Narcissistic Paradox – Linda Hutcheon [sem tradução]
  30. The Lion and the Jewel – Wole Soyinka [sem tradução]
  31. A Raisin in the Sun – Lorraine Hansberry [sem tradução]
  32. Duma Key – Stephen King

Total: 32 livros.

Em verde, meus favoritos.

Agora as releituras:

  1. Desventuras em Série – Mau Começo
  2. Desventuras em Série – A Sala dos Répteis
  3. Desventuras em Série – O Lago das Sanguessugas
  4. Desventuras em Série – Serraria Baixo-Astral
  5. Desventuras em Série – Inferno no Colégio Interno
  6. Desventuras em Série – O Elevador Ersatz
  7. Desventuras em Série – A Cidade Sinistra dos Corvos
  8. Desventuras em Série – O Hospital Hostil
  9. Desventuras em Série – O Espetáculo Carnívoro
  10. Desventuras em Série – O Escorregador de Gelo
  11. Desventuras em Série – A Gruta Gorgônea
  12. Desventuras em Série – O Penúltimo Perigo
  13. Desventuras em Série – O Fim

Todos de Lemony Snicket, claro.

Total: 13 livros.

Devo ler mais alguma coisa até o fim do ano, mas fica aí a minha lista que pretendo expandir ano que vem. E não esqueçam de pedir livros no Natal!


ENQUETE!

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