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Depois de X-Men 1, 2 e 3 e de X-Men Origens: Volverine, temos mais um filme da franquia: X-Men Primeira Classe. Depois de meses sem ir ao cinema ou escrever sobre cinema, lá fui eu assistir um filme nota 7.

Primeiramente, temos que levar em conta que não é muito esforço fazer um filme mediano sobre X-Men. A trama em si já muito boa e inteligente por si só e por mais medíocre que a adaptação seja, vai ser minimamente interessante. Mais ainda se é uma história que promete investigar o passado de personagens super favoritos da série como o Professor X e o Magneto.

A escolha dos atores foi boa mas ainda acho que Michael Fassbender não me passa de jeito nenhum uma imagem de Magento. Além de ele parecer bem mais velho que Charles (sendo que a diferença deveria ser de apenas alguns anos), ele fica mais pra um bad guy ao estilo Volverine. Depois de ter o classudo Ian McKellen no papel, eu simplesmente esperava alguém mais elegante.

A caracterização dos personagens também deixou a desejar. Não há muito aprofundamento em ninguém, só no desejode vingança de Eric (Magneto) e mesmo assim de um jeito muito plano e pouco complexo. Charles também é um chato, sem qualquer profundidade e a relação entre os dois parece brotar do chão: de uma hora pra outra viram os super amigos.

Essa falta de exploração de personagens foi o que me decepcionou no filme. Afinal, explorar os motivos dos personagens não é justamente a razão de fazer um filme tipo esse? Quer dizer, vamos pensar em Star Wars e os episódios que contam o drama Obi Wan Kenobi e Anakin… tem que ter drama, tem que explorar! Infelizmente X-Men Primeira Classe perdeu grandes oportunidades deixando de lado personagens cheias de potencial como a Mística e a Fera, segregados à pequenas cenas.

Nem tudo é ruim, claro. As cenas de ação são bem feitas e não cansam, o vilão é interessante, os efeitos especiais são ótimos. Mas de que vale isso sem aprofundamento de personagem? Foi mal, galera, mas eu sou a fã mor de um drama psicológico.

Um bom filme, legal pra ver num fim de semana, de ir curtir no cinema com todo o esquema de som e talz, mas não espere demais. O filme promete mostrar a tal primeira classe mas dá um tiro no pé.

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Extremamente inteligente e bem montado, A Origem é um filme obrigatório para qualquer fã de ficção científica. Assinado pelo diretor Christopher Nolan e estrelando Leonardo di Caprio e Ellen Page no elenco, o filme concorre ao Oscar nas categorias Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Trilha Sonora, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Mixagem de Som, Melhor Edição de Som e Melhor Efeitos Visuais. (Para ler sobre outros filmes indicados ao Oscar 2011, clique aqui).

Dom (Leonardo di Caprio) é o melhor no que faz: entra nos sonhos das pessoas e rouba informações importantes de seus subconscientes. Sua técnica é primorosa: usa arquitetos para criar verdadeiras cidades imaginárias, químicos para sedar as vítimas, falsificadores para enganar a mente e até mesmo armadores somente para preparar armadilhas.

No entanto, Dom esconde de sua equipe que é atormentado pela lembrança da ex-mulher, Mal, e que é por causa dela que sua engenharia de sonhos não tem funcionado tão bem assim ultimamente. Mas é durante um desses mal-sucedidos trabalhos que recebe a chance única de sua vida: voltar para casa.

O filme é daqueles que você deve prestar atenção do início ao fim para não perder informações importantes. Cada detalhe é crucial. O roteiro é intrincado e super bem amarrado, contando com personagens bem desenvolvidas e trabalhadas.

As cenas de ação não são longas, o que para mim é sempre uma vantagem. E o drama é na medida certa, sem despencar para o melodrama exagerado. A atuação de Ellen Page também dá um gostinho a mais nesse quesito.

Na briga pelo Oscar, talvez tenha a chance de levar os prêmios técnicos e o Melhor Roteiro. Mas com certeza é um daqueles filmes geniais que dá vontade de assistir mais de uma vez.


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