Mundo de Coisas Minhas

“The Girl on Fire” foi uma das músicas que ficou empatada na enquete que fiz no final final do ano. Por conta do desafio literário, acabei deixando o lado musical mais num cantinho, mas isso não significa que eu abandonei meus projetos! Semana passada fiz os arremates finais e renderizei o arquivo dessa música, que é uma das minhas favoritas. Afinal, é sobre Katniss Everdeen, a garota em chamas!

Katniss é minha personagem favorita na série Jogos Vorazes e achei que ela merecia uma música. Os acordes e o rítmo vieram primeiro, sem letra nenhuma, mas mesmo assim decidi que a música se chamaria “The Girl on Fire” porque achei que capturava a energia que a personagem passa. Mais tarde fui escrever a letra e ela saiu assim num fluxo e apesar de não seguir uma linha fixa, acho que escrevi o que senti e entendi da Katniss. Espero que gostem!

The Girl on Fire

Sharp your eyes and focus on what you see
Pull you bow back and feel its balance
The arrow comprises the world
You´re on fire
Girl you´re on fire

What burns inside is the only truth you know
Hold your tongue and then feel the breeze outside
You´re on fire
Girl you´re on fire

All the things you´ve always known are about to collapse in a out of control burst
Collapse them down before they bomb you now
Release the flames now you have the chance
You´re on fire
Girl you´re on fire

Close your eyes and then runaway
Just to come back now to the eruption
Feel the cold of the situation just do combust all the hearts

Lembrando que tenho uma música sobre Peeta Mellark, também da série Jogos Vorazes, a dramática “Hijacked”, além de outros Wizard Rock no meu canal do youtube. Apareçam por lá e se inscrevam!

E ainda tenho mais duas músicas gravadas sobre essa série: “The Boy With the Bread” e “Catching Fire”. Aguardem!

E àqueles que pensaram que eu havia desistido e mudado pra outro planeta a fim de não ter que terminar esse desafio, eu digo que estão enganados: no dia 31 de janeiro, como prometido, terminei o desafio. E olha aí o post do twitter pra não me deixar mentir:

Pra quem quer refrescar a memória, o Desafio Literário 2 tinha como proposta terminar de escrever um livro até dia 31 de janeiro, não importando o número de páginas. Acabei me decidindo por escrever o livro FICÇÃO CIENTÍFICA que eu trabalhei no primeiro Desafio Literário. O Desafio Literário 2 foi uma empreitada com a Karen, do blog Eu, Papel & Palavras, mas a danada conseguiu terminar o livro dela com duas semanas de antecedência, olha só!

No primeiro desafio foram 10034 palavras. Eu parei de escrever no capítulo oito. De acordo com meu plano original, seriam treze capítulos, então achei que poderia cumprir o desafio tranquilamente. Mas não é que logo na primeira semana de escrita eu decidi enfiar mais três capítulos nessa história? Obviamente, isso me custou mais tempo de trabalho. Na penúltima semana eu estava desesperada, mas dei um arranque final e consegui terminar no dia 31 de janeiro antes da meia-noite! Ufa!

Foram ao todo 30138 ao longo de 137 páginas em tamanho A5. O total do livro é de 54220 em 254 páginas. O gênero é ficção científica do tipo Low sci-fi (ou Baixa Ficção Científica), ou seja, há mais enfoque no lado psicológico e dramático do que no aspecto científico da coisa. A ideia é dar mesmo foque aos conflitos dos personagens em um mundo dominado pela valorização do intelecto. Já postei pra vocês aqui alguma coisa sobre essa história. Estão aqui os posts com protagonista & linhas gerais, uma cena emblemática, a sinopse oficialcomo a história surgiu e até mesmo um post sobre meu método de escrita!

Hoje vou falar mais sobre o estilo. Bem, eu diria que o livro é uma mistura de suspense com agst. O leitor não fica sabendo muita coisa  logo de cara, simplesmente acompanha a garota Andrella em uma rede de situações. A ideia é fazer tudo um grande quebra-cabeça que será compreendido no final. Ou não. hahahahahaha

Quanto a influências, eu diria que a maior influência é Stephen King. Sério mesmo. Não no quesisto terror, mas na coisa do drama e no desenvolvimento de personagens. Claro que tem outras coisas de autores que eu gosto e algumas influências que eu nem me dei conta até agora.

Enfim, o livro se chama Metrópole e agora estou no processo de registro na Biblioteca Nacional e depois vou procurar uma editora.

Obrigada a todos que me incentivaram nesse projeto, especialmente à companheira Karen. Não deixem de dar uma olhada no blog dela!

Não, não, eu não esqueci do desafio. E essa é a penúltima semana, então já dá pra sentir o bafo quente do prazo final na nuca e um desespero básico. Pois é, essa história de escrever um livro inteiro em pouco mais de um mês tem muito de diversão, mas não é fácil. E agora na reta final fica uma ansiedade enorme porque ainda tenho um trabalhinho bom pela frente!

Nas últimas semanas postei algumas informações sobre o livro: protagonista & linhas gerais, uma cena emblemática, a sinopse oficial e como a história surgiu. Agora queria falar um pouco sobre meu processo de escrita, como é que faço quando sento pra escrever. Essa é uma pergunta muito comum que me fazem e achei que ela merecia um post.

Bem, vamos lá. Uma coisa importante pra mim é que só começo escrever alguma coisa se a idéia estiver bem clara na minha cabeça. Por exemplo, se tenho uma idéia sobre alguma história eu deixo que ela “amadureça”  durante um tempo. Isso por uma razão prática: tenho muitas idéia ao longo do dia, mas muitas delas vão embora depois de algumas horas. Se uma idéia é persistante o suficiente para ficar vários e vários dias, começo a pensar em detalhes. Personagens, cenários, nomes, acontecimentos importantes. Passado essa fase eu sento pra escrever uma cena, um começo. Aí é que vejo que tipo de linguagem vou usar, que tipo de narrador a história precisa e etc.

Se gosto do rumo que a história está tomando, faço o planejamento geral que consiste na divisão de capítulos e o que vai acontecer na história mais importante. Isso ajuda a saber para onde estou indo e que tipo de informação devo disponibilizar em cada parte. Normalmente tenho um caderno em que anoto fatos importantes que não posso esquecer, bem como esquemas de hierarquias, lugares, cenários, datas…

Aí começa o processo de “encher” as lacunas. Muita coisa aparece nessa hora, alguns detalhes, mas se engana quem pensa que escrever é uma inspiração que vem do nada e de repente você terminou dez páginas. Escrever é trabalho duro, dá dor de cabeça, dor nas costas, dor no olho… É um esquema de tentativa e erro. Você escreve um pedaço, revisa, escolhe outra palavra, muda, às vezes até deleta tudo… Mas o importante é que se continue escrevendo.

Gosto de escrever quando não tem ninguém por perto, de preferência à noite que é quando me concentro mais. Escrevo no Word mesmo e recentemente, por sugestão da Kakazinha (ela mesma, a companheira desse desafio!), uso o formato de página A5 que dá  a impressão de que estou rendendo mais. Quando sento pra escrever, sempre releio o capítulo anterior para me habituar ao clima da história, nível de tensão e tipo de linguagem necessária. Paro de escrever se sinto que estou muito cansada ou impaciente. Nessas horas, a escrita cai de qualidade e a gente não rende nada.

Quanto aos rendimentos, semana passada escrevi 4523 correspondentes ao capítulo 12 que chamei de “O Som do Velho Mundo” e às duas partes do “Interlúdio” que são fragmentos entre os capítulos. Acabei não escrevendo mais porque viajei no sábado e só voltei ontem. Minha idéia era levar o computador e escrever lá, mas como contei pra vocês no último post, ele simplesmente morreu e tive que mandá-lo pra assistência técnica.

O livro tem 16 capítulos, então como vocês podem ver, faltam quatro. *bate a cabeça no monitor* A parte ruim é que vou ter que escrever loucamente numa média de 8.3 páginas por dia para conseguir terminar na terça-feira 31 de janeiro (e já aviso que vale até a meia noite, hein? hahahaha) A parte boa é que desses quatro capítulos, somente um é difícil (o 16, por causa do drama), os outros são mais tranquilos.

Até agora são 187 páginas. Puxa vida.

Minha vida no solitário Word...

Será que vou conseguir?

Não deixem de conferir também o trabalho da Karen no blog Eu, Papel e Palavras.

Pois é, já estou na quarta semana do meu segundo desafio literário. Vocês podem acompanhar o progresso das semanas anteriores aqui, aqui e aqui. Lembrando que é uma proposta que divido com a Karen, do blog Eu, Papel e Palavras.

Escrever um livro em pouco mais de um mês é uma experiência cheia de altos e baixos. Há dias de produção intensa e outros de pura letargia. Às vezes a escrita vem fácil, quase escorregando, outras vezes vem dura, exige muita lapidação. No entanto, o resultado é sempre positivo. O que não significa que fico sempre satisfeita com meu trabalho, mas me sinto feliz de estar trabalhando. É realmente o que eu amo fazer. E isso é uma coisa muito motivante.

Mas vamos ser realistas. Semana passada foi o caos. Estava extremamente cansada, tive uma crise alérgica e depois meu computador foi pro espaço. Frustração total. (Ah, e antes que alguém pergunte, meus arquivos estãos sãos e salvos em milhões de backups espalhados vida afora. Nesse sentido não fui comprometida.) Ao todo foram 2851 palavras que correspondem ao capítulo 11, que tem um título provisório de “O Caminho dos Túneis”, e ao comecinho do capítulo 12 que ainda não tem nome. Já mencionei que sou péssima com títulos?

Mas levo jeito para nomes de personagens e lugares. rs

Já falei pra vocês um pouco da protagonista, já coloquei uma cena e até a sinopse oficial. Agora decidi que vou contar pra vocês como é que eu tive a idéia pra essa ficção científica distópica.

Na verdade a minha idéia inicial era criar uma história para adolescentes cuja protagonista fosse uma adolescente. A proposta era fazer uma história inteligente sobre uma menina de 15 anos. Algo que fosse YA (Young Adult, mas eu nem sabia que esse termo existia na época), mas que tivesse questionamentos profundos. Um troço sério. O tema do livro sempre foi a pergunta O que é identidade?

Claro que falhei totalmente nessa proposta. hahahaha Quer dizer, eu lembro de contar a idéia pra minha irmã e ela dizer: “Mas isso não é um livro adolescente não, isso é perturbador! Mas é uma história muito boa”. A segunda pessoa a quem contei essa história foi para meu namorado. Ele ouviu pacientemente e foi a primeira pessoa que ouviu o enredo geral todo, até o final. Quando terminei, ele disse: “Isso é muito doido e não é uma história adolescente. Mas é bem legal”. Acho que ainda é um YA, mas não para o público alvo que pensei no início.

Me sentei para escrever e escrevi os quatro primeiros capítulos em uns dois dias. Quando terminei, mandei pra Amanda, do blog The Pavania, e eu até hoje me lembro dela dizendo que eu sou incapaz de diferenciar “a” de “há”. E sou mesmo. hahahaahaha

A Amanda me fez pensar em alguns questionamentos interessantes a respeito da história, principalmente em relação à protagonista, a garota de 15 anos Andrella. A idéia é que a personalidade dela fosse desenvolvida aos poucos, mas aí eu esbarrecei em um problema óbvio: como fazer a primeira parte do livro, a que ela aparentemente não é uma protagonista forte, interessante?

Foi aí que parei de escrever. Fiquei tipo uns dois anos (putz, dois é MUITO tempo) sem pegar nessa idéia, mas sabendo que ela existia.  Foi em abril desse ano, durante a recuperação da fadada cirurgia de apêndice que voltei a escrever essa trama. E aí encontrei saída para os problemas de antes e continuei desenvolvendo a história. Trabalhei nela durante o Desafio Literário 1 e resolvi continuar neste agora. Então é isso.

Minha perspectiva até o fim de semana (porque vamos por partes, né?) é de terminar o capítulo 12 e o Interlúdio. O projeto é de 16 capítulos. Será que vai dar até dia 31 de janeiro???? *modo desespero ativado*

E tudo não fica mais glamouroso numa máquina de escrever? Acho que ninguém liga muito pra um computador velho e pra uma escritora de pijama...

Ah, e não posso deixar de dizer o quanto fiquei feliz hoje ao saber que a Karen, minha companheira de papel, conseguiu terminar o livro dela duas semanas antes do prazo final! Eu mal posso esperar para ler essa belezinha, que vai dar um baita livro de terror. Não deixem de conferir as novidades no blog dela.

Vocês já sabem que eu e a Karen do Eu, Papel e Palavras estamos numa empreitada de escrever um livro até 31 de janeiro. Sabem também que estou escrevendo ficção científica.

E também sabem que a coisa tá feia, mas que está caminhando bem e que eu estou escrevendo de madrugada (pessoas que acompanham meu Twitter já devem ter percebido). Já postei aqui um pouco sobre a protagonista e trama e coloquei uma cena emblemática do livro. Agora é hora da sinopse oficial!

Então vamos lá:

Em Metrópole não há poluição. Em Metrópole não há pobreza. Em Metrópole não há crimes. Metrópole é um lugar seguro. Metrópole é o último refúgio.

Numa cidade onde a excelência intelectual governa a vida dos cidadãos, qualquer falha é sinal de fraqueza. Quando Andrella descobre que é um fracasso e que seu tio está desaparecido depois de um crime que não acontece há mais de 20 anos, ela se vê compelida numa trama envolta em poluição, pobreza e crime.

Andrella sempre soube que as coisas são diferentes do que aparentam ser – ensinavam isso na escola. O que ela não sabia, e sequer poderia imaginar, era o quanto.

*música dramática no fundo*

Quanto à escrita em si, desde a semana passada foram 5.004 palavras. Um pouco menos que na última leva, mas realmente foi um processo mais difícil que dá última vez. Escrever é muito mais trabalho duro que inspiração do além, mas senti que estava mais cansada e com mais sono, o que me comprometeu minha performance. E tem horas que não vale a pena inistir demais. É melhor deixar do que jeito que tá e ir dormir.

Outra coisa que aconteceu foi uma reescrita. Eu contei pra vocês da última vez que estava escrevendo um “Intervalo”, uma espécie de capítulo entre os capítulos. O problema é que eu escrevia e escrevia, mas sentia que não estava funcionando. Quando terminei, não gostei e não achei que estava dentro do “clima” da história e que não estava ajudando muito a trama. Tomei coragem e apaguei tudo (quase 900 palavras) e fui pensar numa outra solução. Consegui achar outra saída e isso meio que me “destravou” pro resto da história que ainda andava meio “bloqueada”.

Agora estou no capítulo 11 que é um capítulo de muitas descobertas e em que alguns personagens legais vão aparecer! Espero chegar até o próximo “Intervalo” até semana que vem.

A vida no solitário Word...

Obrigada pelo apoio, pessoal. Vocês são ótimos!

E mais uma semana do desafio maluco que eu e a Karen, do Eu, Papel e Palavras, nos enfiamos. A meta é terminar um livro até dia 31 de janeiro. Será que dá tempo antes que a gente pire de vez?

Não vou mentir pra vocês pessoal, está sendo difícil. Mas ao mesmo tempo muito positivo, pois estou aprendendo a respeitar meu rítmo e a criar o hábito de escrever todo dia. Desde semena passada, estou escrevendo de madrugada (que é uma hora boa por conta do silêncio e da ausência de distrações virtuais ou não) e escrevi todos os dias (exceto ontem, que foi ano novo).

Foram ao todo 5.427 palavras escritas entre segunda e sexta-feira e agora estou escrevendo o que eu chamo de “Intervalo”, que são escritos entre um capítulo e outro. Quando terminar, vou pro capítulo 10.

Semana passada postei pra vocês como é a história e sua protagonista, hoje vou postar um trecho que acho bem emblemático. Inclusive, arrisco dizer que é minha cena favorita do livro, que acontece na primeira parte.

– Está bem, está bem – murmurou Andrella suando frio de tanto medo. Não sabia como uma arma poderia machucar alguém sendo um pedaço de metal, mas achava que não seria muito bom descobrir.

– Ótimo – falou a mulher – então vamos começar. Você é Andrella apud Gabriela-Armed? – a garota não pôde deixar de notar um certo cinismo na voz da outra – responda!

– Sim – respondeu ela, tremendo – sou eu.

– Você mora com Argorio apud Luna-Stenka?

– S-sim.

– Quantos anos você tem?

– Q-quinze anos – gemeu a garota.

– Ótimo – exclamou a mulher baixando a arma – venha comigo se quiser viver.

Faltam 6 capítulos. Tem muita coisa pra acontecer ainda! Diria que escrevi dois terços do livro. Mas estou empolgada. Essa semana vai ter mais uma maratona de escrita da madrugada.

Ao infinito e além!!!

Ou pelo menos até 31 de janeiro…

30 dias to go…

Seguindo o exemplo do ano passado, estou postando minha Lista de Livros Lidos em 2011. Sim, eu sei que o Skoob faz isso, mas sempre acho legal postar aqui no blog e ter um olhar mais distante do que realmente li esse ano.

Primeiramente, tenho que dizer que por conta da faculdade, acabo lendo muitos textos e livros teóricos. Bem, não os coloquei na lista. Só incluí mesmo romanes, livros de contos completos, peças de teatro, livros de auto-ajuda/saúde s e livros de ensaios completos. E no final, vai minha lista de releituras.

Acho que está na ordem de leitura. Acho.

Ah, os livros que foram resenhados são os links. Só clicar pra ler a resenha, okay?

Romances

  1. Feios, Scott Westerfield
  2. A Conspiração Franciscana, John Sack
  3. Perfeitos, Scott Westerfield
  4. The Tales of Beedle, the Bard, J.K.Rowling
  5. A Caçadora Vol.1: Sorriso de Vampiro, Vivianne Fair
  6. Harry Potter and the Sorcerer´s Stone (Special Anniversary Edition), J.K.Rowling
  7. Coração de Tinta, Cornelia Funke
  8. Guerras do Mundo Emerso Vol.1: A Seita dos Assassinos, Lícia Troisi
  9. Guerras do Mundo Emerso Vol.2: As Duas Guerreiras, Lícia Troisi
  10. Tambores de Angola, Robson Pinheiro por Ângelo Inácio
  11. A Escolha de Elphame, P. C. Cast
  12. As Crônicas de Gelo e Fogo Vol.1: A Guerra dos Tronos, G.R.R. Martin
  13. Neon Angel: A Memoir of a Runaway, Cherie Currie & Tony O´Neill [sem tradução no Brasil]
  14. Academia de Vampiros Vol.1: O Beijo das Sombras, Richelle Mead
  15. As Crônicas de Gelo e Fogo Vol.2: A Fúria dos Reis, G.R.R. Martin
  16. Looking For Alaska, John Green [Quem é você, Alasca?]
  17. The Hunger Games, Suzanne Collins [Jogos Vorazes]
  18. Cathing Fire, Suzanne Collins [Em Chamas]
  19. Mockingjay, Suzanne Collins [A Esperança]
  20. Academia de Vampiros Vol.2: Aura Negra, Richelle Mead
  21. Beautiful Creatures Vol.1: Dezesseis Luas, Kami Garcia & Margaret Stohl
  22. Anna e o Beijo Francês, Stephanie Perkins
  23. An Abundance of Katherines, John Green [sem tradução no Brasil]
  24. As Sagas da Terra de Arnes: À Sombra do Cavaleiro Negro, Oberdan Lira

Livros de Contos

Moral Disorder, Margaret Atwood [sem tradução no Brasil]

Peças de Teatro

The Rover, Aphra Behn

Livros sobre saúde

Preservação da Saúde e Controle do Estresse, Michel Echenique Isasa

Livros de Ensaio

  1. Survival: A Thematic Guide to Canadian Literature, Margaret Atwood
  2. Second Words, Margaret Atwood
  3. Negotiating With the Dead: A Writer on Writing, Margaret Atwood

Releituras

  1. Oryx and Crake, Margaret Atwood [Oryx e Crake] Romance
  2. The Year of the Flood, Margaret Atwood [O Ano do Dilúvio] Romance
  3. The School for Scandal, Sheridan [sem tradução oficial] Peça de Teatro
  4. Lord of the Flies, William Golding [O Senhor das Moscas] Romance

Saldo total de livros lidos: 30 livros

Total de releituras: 4 livros

Ano passado foram 32 livros lidos e 13 releituras, mas não considero esse ano um retrocesso de modo algum. Fiquei praticamente 5 meses parada, só lendo livro teórico para escrever meu projeto de seleção pra pós-graduação. Li muita teoria. Quando finalmente terminei de estudar, pude me dedicar a ler o que eu queria, e olhando agora, percebi que li muita coisa que eu quis. Principalmente livro de fantasia/sobrenatural/ficção científica, que é o que realmente gosto.

Percebi também que escrever nos meus dois blogs, esse e o Livros de Fantasia, realmente me animam mais a ler e a organizar meus planos de leitura. Estou muito feliz com minha vida de blogueira séria que agora vai fazer dois anos. Eeeeeeeeeeeeh! Obrigada a todos vocês, meus leitores, pela confiança na hora de indicar livros! Vocês são muito especiais com certeza.

Desejo a vocês um ótimo 2012 com muitos livros e muito tempo para ler os livros que vocês mais querrem ler!

E lá se foi a segunda semana do Desafio Literário 2 que estou fazendo com a Karen, do blog Eu, Papel e Palavras que tem como objetivo terminar um livro até o dia 31 de janeiro.

Parece loucura? Bem, eu tenho certeza que é.

Para vocês terem uma ideia do que estou fazendo, aí vai algumas informações que não contém spoilers:

  • O livro é uma distopia, ou seja, é uma utopia que deu terrivelmente errado. Nela, uma cidade-estado auto-suficiente preza o desenvolvimento intelectual acima de qualquer coisa.
  • A protagonista é uma garota de 15 anos chamada Andrella. Ela mora com um tutor, que ela chama de tio, e vê seu mundo ser inteiramente destruído quando se torna um fracasso, ou seja, alguém que teve uma produtividade mediana na escola. E o pior é que ela nem sabe como isso aconteceu.
  • Essa história se passa num futuro nem tão distante assim e não tem cenário muito certo. A cidade-estado é roadeada por um deserto e pelas ruínas da antiga civilização humana.

Ainda não tenho nome oficial pra essa história, mas durante essa última semana fiz o resumão do que vai acontecer nos próximos capítulos. Atualmente estou no capítulo 8 e provavelmente essa história vai ter 16, ou seja, estou na metade.

Não era pra eu estar tão atrasada assim, mas hoje me deu a louca e resolvi inserir mais três capítulos na história (que originalmente tinha 13). Eu não estava satisfeita com o esqueleto original e agora estou, acho que esses três capítulos vão fazer uma diferença boa no andamento da história.

De escrita, escrita mesmo, fiz só míseras 133 palavras. Mas eu fiz um resumo bem detalhado e fui dando uma “engordada” nele o que achei extremamente positivo, então não estou me sentindo tão inútil assim.

E faltam 5 semanas pro final do desafio que se significa que tenho que escrever m ais ou menos um capítulo e meio por semana. Pelo menos. *desespero*

Já pensaram naquelas punições caso eu não consiga cumprir o desafio? Talvez seja melhor já tê-las prontas…  *limpando o ambiente com um galho de arruda*

Como prometi à Lany no post da enquete, duas músicas sairiam no Natal. Ontem foi “The Balad of Ron and Hermione” e hoje decidi postar “Hijacked”. As músicas “The Boy With the Bread”, “Girl on Fire” e “Hijacked” ficaram empatadas na enquete, então usei o critério da música que fiz primeiro. rs

“Hijacked” é uma música muito dramática e fica bem longe de uma baladinha. Fiz essa música logo depois de ler Mockinjay [A Esperança, no Brasil], que é o terceiro e último livro da série Jogos Vorazes. A música saiu muito rápido, fiz poucos ajustes e poucas mudanças na letra. Curiosamente, eu nunca escrevi a letra nem as notas, ela simplesmente não saía da minha cabeça. A idéia foi mesmo relatar a experiência do personagem Peeta Mellark, um dos principais da série. Quem já leu o livro provavelmente vai entender porque a música é meio “confusa”.

Link para download: http://www.4shared.com/mp3/bNMoZit9/Melissa_de_S_-_Hijacked.html

Hijacked

It´s darker than the dark

It´s pain beyond the pain

It´s about all the things that your parents were afraid but never told you about

Prisoners don´t have a name

Prisoners don´t have a soul

Prisoners / I don´t know / I must remember

Bring the Capitol down

And keep her alive

They don´t own me

Bring it down

Forget who I am

Forget all the tears that I have to cry

And all is colour and glitter

Illusion of the mind

The essence of the nightmares

What is this noise outside?

Who are these people here?

Who I am? What do I do? What I was supposed to be like?

I don´t really know

I don´t really am

All I have I have to remember

So bring the Capitol down

And keep her alive

They don´t own me

Bring her down

Forget who you are

Forget all the tears that you have to cry

And all is colour and glitter

Illusion of the mind

The essence of the nightmares

So bring the Mockingjay down

Don´t let her alive

You´re one of us now

Bring her down

(I love you)

Essa semana posto as outras músicas.

Comentem! 🙂

O resultado da enquete foi por “The Ballad of Ron and Hermione”. Acho que não tinha outro jeito, com tanto amigo R/H…

Bem, eu escrevi essa música em 2007, na mesma época que fiz as outras. Por algum motivo, nunca ficava satisfeita com a versão e decidi engavetar. Mas aí esse ano, no revival de Wizard Rock, decidi desenterrar a coitadinha e gravar uma versão nova e fresca, mas com a mesma letra e os mesmos acordes. Resolvi manter o clima baladinha mesmo, só com voz e violão, não fiz nem segunda voz. Estilo bem cru mesmo. Mas não estou 100% satisfeita, mas tudo bem. hahaha

Fiz essa música pensando no capítulo em que Ron deixa Harry e Hermione em Harry Potter and the Deathly Hallows. A idéia veio quando li que o Harry disse que a Hermione não tinha coragem de falar do assunto, mas que sempre chorava baixinho à noite.

Dedico essa música a todos que foram R/H desde o começo e até o final, principalmente aos companheiros lá no Not As a Last Resort. 🙂

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Link para download: http://www.4shared.com/mp3/VC5EYzhn/Melissa_Hogwarts_-The_Ballad_o.html

The Ballad of Ron and Hermione

I begged you to come back

But you left me alone in the rain

Now it´s just Harry and me

Things are not what they used be

Your place is still here

And Harry misses you

But certainly is not in the way I do

Why don´t you come back and say that you´re sorry?

Why don´t you come back so we can start our story?

You were the first boy who made me cry

But you were the first boy to save my life

Ron, I feel that half of me has gone away with you

I feel that you complete me

In a strange way but you do

Sometimes I think you´re still here

When I close my eyes you´re so near

A guy came from Bulgaria just to show I was a girl

And what I feel for you is so strong I hope you know

And come back

E como prometi à Lany nos comentários do último post, no Natal vai ter mais uma música. Mas vou ter que dar voto de Minerva porque elas ficaram empatadas! há!

Comentem! 🙂

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