Mundo de Coisas Minhas

Archive for novembro 2011

E o desafio literário que propus copiando descaradamente a Kakazinha Karen e a Iy Vânia chega a sua segunda semana. E o que temos aqui? ………………… Procrastinação feia!

Mas peraí, eu tenho justificativa!!!

Voz Melissa cética: Ah, deixa eu adivinhar… você tava cansada, trabalhando, se destraiu, foi namorar, saiu com amigos porque você merece, né, teve que acordar cedo pra ir pra aula…

Voz Melisa Feliz: Poxa, mas é verdade!

Voz Melissa cética: tsk tsk tsk Eu pensei que o motivo desse desafio era justamente arrumar um jeito de escrever em meio ao caos da rotina.

Voz Melissa Feliz: Mas… mas… mas

Números não mentem jamais. Então vamos lá.

16/11 – Nem uma linha.

17/11 – Zero.

Voz Melisa Feliz: Peraí que eu tenho uma justificativa pra esse dia.

Voz Melisa Cética: To ouvindo. *bocejando*

Voz Melisa Feliz: Eu tava muito musical nesse dia. Eu não conseguia pensar em nada, só nas músicas!

Voz Melisa Cética: Que pena que letra de música não conta, né? *mode ironia on*

18/11 – Neca de nada.

19/11 – E mais um monte de nada! Mas eu gravei o vídeo da uma música nova de Wizard Rock!!!! E ficou legal!!!

Voz Melisa Cética: Pára de se justificar!

20/11 – Sentei no computador e me forcei a escrever tipo 11 horas da noite por pura vergonha. E saíram 1514 palavras de FICÇÃO CIENTÍFICA. E gostei muito do que escrevi. Foram três terços de um capítulo que fala de um momente crucial na trama e o resultado ficou bom, do jeito que eu queria. Sinceramente, foi a melhor coisa que escrevi nos últimos tempos, acho que finalmente encontrei o tom certo pra o que tá acontecendo nessa história.

21/11 – E tava tudo indo tão bem… pena que caminhou pro grande vazio.

Total de palavras da semana: 1514 (das 3333 previstas rs)

Total parcial: 4193

Voz Melissa Cética: Estamos ferradas.

Voz Melissa Feliz (em posição fetal): Eu sei.

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Uma das grandes alegrias da vida é descobrir que ainda existem pessoas com talento verdadeiro nesse mundo, onde, infelizmente somos bombardeados com produtos que vivem às custas de efeitos de estúdio e visuais de videoclip. Tem gente que até diz que não existem mais bandas de verdade depois dos anos 2000 e apesar de eu não querer ser tão drásticas, tem horas que fico muito perto de acreditar nisso. Então, imaginem qual não foi minha alegria ao ouvir Both Before I´m Gone, da banda tejana Girl In A Coma!

E eu queria agradecer demais à leitura fiel Manoela, que foi quem me indicou essa banda. Manu, você não sabe a coisa boa que você me fez!

Recapitulada rápida da banda: Girl In a Coma é uma banda de San Antonio, Texas, formada pelas irmãs Nina Diaz (vocal/guitarra) e Phanie Diaz – conhecida mais por Phanie D – (bateria) mais uma amiga de longa data, Jen Alva (baixo). O nome da banda é uma referência direta à música dos Smiths, Girlfriend in a Coma. Depois de algumas músicas demo, a banda foi chamada para participar de um documentário de bandas chamado Jammin´ e em Nova York conheceram Joan Jett, que curtiu o som da banda e assinou com Girl In A Coma por sua gravadora, a Blackheart Records. Pela Blackhearts, a banda já lançou quatro albuns e Both Before I`m Gone é o primeiro.

Eu diria que o som da banda é uma cruza de The Cranberries com The Smiths cantando músicas da Bjork numa pegada punk com riffs de indie rock (????). É o tipo de banda que agrada quem gosta de guitarras distorcidas, riffs malucos, vocais sofridos e desesperados. Girl In A Coma tem músicas mais barulhentas e músicas mais tranquilas, mas todas elas são marcadas por um rítmo meio alucinado de sonho. Bons exemplos são as músicas abaixo:

Eu gosto do barulho então Clumsy Sky é minha favorita. 🙂

Título: Both Before I´m Gone

Banda: Girl in a Coma

Ano: 2007

Gravadora: Blackheart Records

Estilo: Punk, Garagem, Alternativo

1. ” Clumsy Sky”
2. ” Say”
3. ” Road to Home”
4. ” Sybil Vane Was Ill ”
5. ” I’ll Ask Him ”
6. ” Their Cell”
7. ” In the Background”
8. ” Mr. Chivalry”
9. ” Race Car Driver”
10. ” Consider”
11. ” Celibate Now”
12. ” The Photographer”
13. ” Simple Man”

O álbum já começa com a melhor música da banda pra mim, que é Clumsy Sky. Com uma pegada forte e um vocal impecável e muito criativo, a faixa mostra o melhor do punk rock com um quê melódico. Não é a toa que ganhou o prêmio de melhor punk rock do ano. Say é outra que se mostra bem forte com uma letra que, como diz o primeiro verso, “everyone will quote me in this line”.  Road to Home vem quebrar a atmosfera punk do CD com clima mais tranquilo e onírico (que o clip ilustra bem) enquanto Sybill Vane Was Ill lembra aqueles riffs malucos e repetitivos do Strokes.

O album segue com  uma volta a algo mais agressivo em I´ll Ask Him, a tranquila e já clássica Their Cell e a indefinida In the Background (ainda não consigui definir se a música é animada, calma, triste ou feliz). Mr. Chivalry é uma faixa frequentemente esquecida mas que merece muita atenção: ótima letra, ótima interpretação dos vocais de Nina e uma base instrumental forte que lembra aquelas bandas deprê esquecidas da década de 80. Race Car Driver é uma faixa facilmente apagável e o riff é extremamente irritante ao longo de seus 3:47 (e olha que eu sou a pessoa que gosta do terceiro album do Strokes, o campeão dos riffs irritantes!). Consider é uma música que parece começar pela metade e talvez é aí que fique sua beleza, que é bem sofrida por sinal (e tem algumas coisas meio metal. Sério) enquanto que Celibate Now é uma das melhores músicas da seleção pra mim: é lírica e tem arranjos de guitarra muito bonitos.

O album chega a seu fim com a hipnótica The Photographer – que dá a impressão que estamos dentro de um carro em alta velocidade olhando através da janela – e fecha com a acústica Simple Man, em que Nina Diaz mostra tanto seu talento vocal quanto seu talento de guitarrista num violão.

Before I´m Gone é um poderoso album de estréia muito lírico e recheado de influências criativas. Para quem gosta do estilo, não deixem de conferir!


E cá estou eu prestando contas do meu desafio literário. Karen e Ily, dos blogs Eu, Papel e Palavras e Viajando Sem Dinheiro, já postaram também suas parciais e eu recomendo que vocês dêm uma passadinha lá e façam pressão (a não ser que vocês queiram ver gente com nariz palhaço e/ou descabelada no Facebook) porque elas são super talentosas e prometem!

Quanto a mim… é a hora da verdade.

Voz-Melissa-cética: Ai que drama, mulher…

09/11 – Escrevi tipo 10 palavras. Isso porque tive que reler uma história que já tinha começado (tipo dois anos atrás affe). É ficção científica e vamos chamá-la, de bem, FICÇÃO CIENTÍFICA.

Voz-Melissa-cética: Super original, hein?

Voz-Melissa-feliz: Poxa, você sabe que eu tenho dificuldade com títulos.

O problema é que eu me lembrava de nada ou quase nada dos detalhes, então não tinha como recomeçar a escrever sem ler tudo de novo. Isso demandou um tempo. E eu o máximo fiz foram algumas modificações bem pequenas. Saldo do dia? Zero.

10/10 – Sentei bonitinha pra escrever FICÇÃO CIENTÍFICA e saí com 1165. Isso graças à Kakazinha, que me deu uma força quando eu surtei no Facebook. hahaha

11/11 – Continuei com FICÇÃO CIENTÍFICA e escrevi de manhã, pouco antes de almoço (acho que esse costuma ser um horário de criatividade pra mim). No total, foram 596 palavras.

12/11 – Nada.

13/11 – Nada de novo.

14/11 – Ah, nada.

15/11 – Okay, nada de novo.

Voz-Melissa-cética: Putz, que malandragem, hein mulher? Não escreveu nada nem no fim de semana nem no feriado!

Então o saldo total foram de extas…

Voz-Melissa-feliz: Peraí, peraí, perái… Eu escrevi exatas 1890 palavras no sábado!

Voz-Melissa-cética: Não escreveu não.

Voz-Melissa-feliz: Escrevi sim!!!

Voz-Melissa-cética: E o que foi? Já te falei que post de blog não vale…

Voz-Melissa-feliz: Eu escrevi uma fanfic!

Voz-Melissa-cética: Você não escreve fanfic tem tipo… dois anos.

Voz-Melissa-feliz: Eu fiz uma fanfic de Crepúsculo, lembra?

Voz-Melissa-cética: Aquele post do final alternativo pra Amanhecer não conta não!

Voz-Melissa-feliz: A Kakazinha falou que valia!

Voz-Melissa-cética: Que ridículo, você nem gosta dessa série.

Voz-Melissa-feliz: Mas eu escrevi, ué.

Voz-Melissa-cética: Nem é uma fanfic é um resumo. Corta pela metade pra ser justo.

Então cortando pela metade…

São 2679 palavras até agora!!!

É, ainda estou abaixo da média que seriam 3333 palavras por semana. blé E também não peguei o hábito de escrever todo dia. Tenho que sair dessa procrastinação. Se bem que agora que terminei a série Jogos Vorazes eu posso me dedicar mais.

Voz-Melissa-cética: Ah é, eu esqueci que agora temos uma nova obsessão…

Voz-Melissa-feliz: Jogos Voraaaaaaaaaaazesssss!!!

Voz-Melissa-cética: Depois de tudo que a gente passou com Harry Potter… depois aquela obcessão com The Runaways… agora temos Jogos Vorazes. Que Deus nos ajude.

Voz-Melissa-feliz: Jogos Voraaaaaaaaaaaaaaaaazesss!!!

saga série Crepúsculo está chegando ao fim nos cinemas com seu final super controverso. Eu confesso que só li o primeiro livro, mas assisti os outros filmes e quando minha irmã me contou o final da série eu falei WTF???????? Bebê-monstro???? Guerra que no final não é guerra???? Amores do passado simplesmente esquecidos por conta de bebê-monstro????? Bella começa a tratar Jacob que nem lixo só porque virou vampira???? Imprint num bebê recém-nascido???? Quê???????????

Eu não enguli essa (e sei que até alguns fãs da série também não), então resolvi criar um final diferente. hahahaha Eu contei pra minha irmã e ela gostou, então vai aí meu Final Aternativo para Amanhecer, também como conhecido por “Como seria Amanhecer se Melissa de Sá tivesse escrito e não Stephanie Meyer”.

Espero que gostem.

O livro começa com Bella preparando-se para o casamento. Ela está cheia de dúvidas se deve ou não se casar com Edward, mas no fim das contas se apega à idéia que essa será sua chance de finalmente se tornar uma vampira. Edward, por outro lado, começa a rejeitar a idéia, e fica convencendo Bella que ela não deveria se tornar uma vampira. Ele diz que a vida de vampiro é uma vida amaldiçoada e que Bella não deveria rejeitar as possibilidades da vida humana sem pensar muito e profundamente no assunto. Bella fica com raiva porque acha que já está pensando muito e profundamente sobre o assunto, mas acaba não dizendo nada e ouve o que Edward tem a dizer sobre o fato de os vampiros não terem alma. Ela diz “Você se preocupa demais com isso”  e ele completa “Você também se preocuparia se não tivesse uma”.

Os dias passam e os pensamentos de Bella são varridos pelos preparativos para o casamento. Com tanta coisa pra fazer, ela nem consegue mais pensar nessa coisa de se casar jovem nem de ser transformada em vampira. É nesse contexto corrido que ela recebe uma carta anônima com os dizeres: “Nós sabamos que Edward Cullen jamais completará a transformação”. Bella fica aflita, mas não consegue descobrir quem mandou a carta. Decide não contar nada para Edward, pois acha que isso só irá contribuir pro fato de ele não querer transformá-la em vampira.

Mas as cartas anônimas continuam chegando, sempre no mesmo envelope carmim. Todas dizem a mesma coisa: que eles sabem que Edward não a tornará uma vampira, mas as ameaças começam a ficar mais e mais concretas até que uma carta específica diz: “Se ele não te transformar na sua noite de núpcias, sangue terá que ser oferecido”. Bella fica desesperada, mas não conta das cartas para Edward, e fica só tentando convencê-lo a transformá-la. Edward fica cansado daquele assunto e finalmente dá um ultimato: não, ele não irá transformá-la.

Bella fica furiosa e diz que ele não podia escolher aquilo por ela, mas Edward faz uma cara de sou-mais-velho e encerra o assunto, o que só deixa Bella mais revoltada ainda. Mais uma carta chega, mas dessa vez o envelope é branco, como um convite de casamento. Bella, que esperava mais uma ameaça, fica chocada com o conteúdo “Eu sei o que você quer. Podemos oferecer isso a você. Nos encontre à meia noite na esquina da rua X e faremos o acordo”.

Mesmo com todas as possibilidade contra, Bella resolve ir, claro, e sem ninguém. Ela esperava encontrar um Volturi, mas encontra apenas um vampiro mais jovem e um tanto maltrapilho. Ele tem os olhos estranhamente enevoados, como se estivesse numa espécie de transe. Bella tenta falar com ele, mas o jovem vampiro só consegue repetir o recado “Podemos transformá-la, mas se tivermos que fazer isso, os Cullen terão que sofrer por quebrarem um juramento. Convença-o de todas as formas, ou busque seus próprios meios. Qual a sua resposta?”. Desnorteada, Bella dá a resposta de que tentará convencer Edward, mas o vampiro à sua frente lhe joga um pedaço de papel contendo as palavras “Beba o sangue do vampiro”. De repente uma chama negra aparece entre Bella e o vampiro, que diz “O acordo está selado” e desaparece nas sombras.

Bella entra em pânico com o ocorrido e decide que precisa de procurar ajuda (bright girl, right?), mas rejeita a idéia de contar a Edward que com toda sua superproteção estragaria tudo. Resolve então, dirigir até a reserva para falar com Jacob. De início, Jacob rejeita Bella pois ainda está com raiva de ela estar se casando com Edward, mas quando ela diz que tem um problema muito sério, o lobisomem resolve conversar com ela.

Bella conta tudo o que aconteceu, das cartas e do encontro com o vampiro. Finalmente mostra a Jacob o bilhete que recebera e da chama que se acendera. Jacob fica revoltado e quebra uma cadeira. Chama Bella de irresponsável e grita que ela devia ter pedido ajuda e não simplesmente ir lá tentar resolver tudo, e que agora ela estava enrascada. Bella não entende, mas Jacob explica que a chama negra significava um pacto com as trevas e que se ela não cumprisse, morreria. Bella fica apavorado e pergunta o que o bilhete quer dizer. Jacob diz que não sabia, mas que não devia ser nada bom. Ele jura que vai proteger Bella.

Nos dias que se seguem, Bella tenta encontrar informações sobre o conteúdo do bilhete. O Google dessa vez, porém, não ajuda muito. Só havia referências de que beber o sangue do vampiro era um ato maligno, mas disso Bella já desconfiava, claro. Ela resolve então perguntar diretamente um dos Cullen e escolhe Jasper. Ele fica suspeito do porquê Bella está perguntando aquilo, mas ela desconversa dizendo que ouviu os Volturi falarem disso uma vez. Mesmo com a pulga atrás da orelha, Jasper diz que alguns vampiros algumas vezes bebiam o sangue de outros vampiros, mas que esse ato era considerado desprezível. Isso porque o vampiro que tinha o sangue bebido tornava-se um escravo das vontades daquele que lhe tirara o sangue, mas isso tinha um preço: o vampiro que fazia isso perderia metade de seus poderes. Bella pergunta o que aconteceria se um humano bebesse o sangue de um vampiro e Jasper diz: “De acordo com a lenda, se um humano beber o sangue de um vampiro, ele se transformará em um vampiro também”. Mas Jasper acrescenta que nunca ouviu casos de que isso tenha acontecido e que era possivelmente só uma lenda.

Mas Bella, claro, começa a estudar essa possibilidade. Edward percebe que ela está estranha, mas Bella nega as investidas dele. O casamento se aproxima e Bella começa a entrar em desespero porque tem que se decidir. Começa a ter pesadelos com a chama negra. Após um pesadelo especialmente horrível, Bella acorda e vê que Edward está velando seu sono (o psicótico, affe) e começa a implorar para que ele a transforme em vampira. Quando ele começa a dizer que não, Bella diz: “Você não entende, se você não fizer isso, eles vão me matar!!!”.

E ela conta toda a história das cartas e encontros estranhos. Edward inicialmente fica doido de raiva, mas depois canaliza sua raiva para protegê-la. Ele diz que não vai transformá-la e que ao invés disso, travará guerra aos Volturi. Bella conta da chama negra e Edward fica mais preocupado, mas diz que o casamento estava suspenso e que agora era hora da guerra.

No entanto, antes que Edward organize sua guerra, acontecimentos estranhos começam a ser reportados na polícia. Desaparecimentos, sequestros, assassinatos. Os Cullen e os lobisomens suspeitam que são vampiros. Durante uma investigação, o pai de Bella é morto. Ela fica transtornada e decide que aquilo tem que parar. Os lobisomens fazem uma aliança com os Cullen a fim de combater um inimigo comum. A notícia se espalha pelo submundo. Vampiros de vários lugares do mundo chegam a fim de se juntar aos Cullen, que descobrim, enfim, que não eram o único clã de vampiros que viviam pacificamente com os humanos. Que haviam muitos outros.

Bella conhece então pessoalmente outros humanos que viviam com os vampiros, inclusive, humanos casados com vampiros. Ela fica surpresa com o caso de uma mulher de 45 anos que vivia a mais de vinte com um vampiro. A luta dos Cullen então passa a ser ideológica: aquela era uma guerra para coexistência pacífica entre vampiros e humanos, pelo direito de vampiros e humanos poderem viver juntos!

A luta estoura, finalmente, e Bella se vê na posição de não poder fazer muita coisa. Durante a luta, Emmet é morto e Rosalie culpa Bella pela morte dele. Arrasada, ela resolve se entregar aos Volturi. Entre as baixas, o pai de Edward e alguns amigos lobisomens de Jacob. Bella e Edward se tornam o símbolo do desejo de vampiros e humanos viverem juntos e durante as reuniões antes da luta, os combatentes saúdam os dois e sonham com o casamento deles.

Bella conta a Edward da chama negra e diz que fez um pacto. Se ele não a transformasse ou besse o sangue dele, morreria. Edward diz a ela para não se preocupar, que ele resolveria tudo, no fim. Os dois passam a noite juntos, mas não fica claro se eles transaram ou não. hahaha

A luta segue e chega ao seu final. Bella, claro, se mete no meio. É nessa que um vampiro do exército Volturi a atinge. Depois de bater nela, ele diz: “Mas não vou matá-la. Vou te dar o doce sabor do vampiro”. Apavorada, Bella percebe que ele vai mordê-la. De repente, percebe, em pânico, que a imortalidade tão sonhada estava próxima e não sabe como sentir em relação a isso. O vampiro a morde, o leitor volta ao primeiro livro numa referência clara a quando James a mordera. Deixada com o “veneno” agonizando, Edward a encontra e tenta mais uma vez retirar a substância de seu sangue.

Enquanto tenta fazer isso, é atacado pelo vampiro que mordeu Bella. Os dois lutam durante um tempo. Edward cai no chão por conta de um golpe mal-caráter e o vampiro, completamente fora de si, morde Edward e bebe seu sangue. Bella, agonizando no chão, presencia o que aconteceu, mas não consegue se mexer. Edward começa a ter espasmos. Jacob aparece, mas não consegue matar o vampiro, que foge. Edward chama Jacob. Os dois começam a conversar. E para o horror de Bella, Edward pede que Jacob o mate.

Bella começa a gritar, mas Edward diz que era o único modo. Que não seria um escravo. Bella pede a Jacob que mate o vampiro que mordera Edward, mas este a lembra que não adianta, pois estaria condenado à loucura para sempre, mesmo com a morte do vampiro.

Bella chora e grita e Edward implora a Jacob e diz que já está sentindo sua mente ir embora. Após Edward dizer “Eu te amei mais do que todas coisas do mundo. Eu sinto muito”, Jacob o mata. A cena termina com Bella gritando.

A guerra termina, mas os Cullen sabem que venceram apenas uma batalha e que essa guerra duraria por um bom tempo. Bella se despede de todos e diz que não tem condições de ficar, que um dia voltaria para ajudar, mas que não era agora. Ela vai se despedir de Jacob e na conversa deles fica claro que Bella, apesar de saber que ele fizera o certo e vontade de Edward, não conseguia perdoá-lo. Ela diz que vai embora. Jacob diz que fazia as palavras de Edward as dele.

A cena final mostra Bella contando a história da garota que se apaixonou por um vampiro para um grupo de crianças. Uma garotinha então, perguna: “E eles foram felizes?” e Bella responde: “Sim, muito felizes”. Ela pega suas coisas e começa a caminhar em direção a sua casa. O dia está amanhecendo e ela se deixa olhar para o sol alguns instantes. O livro termina com um pensamento de Bella a respeito de Edward, dizendo que ele nunca devia ter se preocupado tanto com sua alma, pois ela podia sentí-la, e que ela estava ali, naquele exato momento. Observando-a por entre as árvores.

O leitor fica em dúvida se Bella se tornou uma vampira ou se Edward conseguiu salvá-la.

E aí? Gostaram do meu final aternativo? Modéstia à parte, eu achei que ficou legal. hahahaha

Será que essas palavras (foram mais de mil), contam pro meu desafio? Quer dizer, isso é uma fanfic, né? enfim… Comentem, pessoas.

Verdade seja dita: eu preciso de disciplina para escrever. E antes que a  minha vida seja dominada pelo caos da pós-graduação e eu não consiga pensar em anda que não venha acompanhado de “segundo [alguém importante da Teoria da Literatura]”, decidi que vou arrumar minha vida literária até o final do ano. Isso mesmo.

Xô fantasmas dos livros não-acabados, dos contos nunca escritos e das coisas não revisadas! Sem paranóia agora.

"Pára de me encarar!!!"

Para me ajudar nessa tarefa eu resolvi estabelecer uma meta (sim, sou uma pessoa que funciona à base de metas e listas) de 10.000 palavras nos próximos 20 dias. Ou seja, mais ou menos 500 palavras de escrita criativa por dia. hoho

Baseei o meu desafio escancaradamente no desafio de duas amigas minhas, a Ily, do Viajando Sem Dinheiro e da Kakazinha, do Eu, Papel e Palavras (não deixem de conferir por lá, que o troço tá bom!), mas adaptei as regras pra minha realidade:

Voz-Melissa-cética: E o que você ganha com isso?

Voz-Melissa-feliz: Ué, a alegria e a empolgação de saber que estou produzindo!

Voz-Melissa-cética: E se você não conseguir, vai fazer o quê?

Voz-Melissa-feliz: Ah, não sei…

Voz-Melissa-cética: Você tem que fazer alguma coisa se perder, se não, não é um desafio…

Voz-Melissa-feliz: É verdade, mas é que…

Voz-Melissa-cética: Mas é que nada. Arruma logo uma punição!

Voz-Melissa-feliz: A punição vai ser eu me sentir frustrada por não ter escrito.

Voz-Melissa-cética: Que coisa mais ridícula… Você sabe que isso funciona lindamente na teoria, mas na prática é uma droga. Já sei. Foto de você semi-nua no Facebook!

Voz-Melissa-feliz: Tá doida??????????? Não, vai ser uma foto minha sem pentear cabelo no Facebook.

Voz-Melissa-cética: Minhas técnicas hardcore sempre funcionam… hahahaha

Voz-Melissa-feliz (agora não tão feliz mais): Eu te odeio.

Voz-Melissa-cética: Você não pode me odiar porque eu sou VOCÊ! há!

Então é isso.

Vale como escrita criativa:

  1. Rascunhos/escrita de histórias originais longas
  2. Fanfics (será que vou voltar a fazer fanfic?)
  3. Contos

Voz-Melissa-feliz: Pô, por que não vale post de blog?

Voz-Melissa-cética: Vai trabalhar, criatura e pára de reclamar!

500 palavras por dia. Imagino que teremos dias fáceis e dias difíceis pela frente. Mas eu não quero aparecer descabelada no Facebook, então mãos à obra!

Okay, eu sei que é impossível eu ficar sem entrar na internet... Mas eu vou tentar vadiar menos.

Toda semana eu vou dar um parecer do meu progresso aqui.

Voz-Melissa-Cética: O que você ainda tá fazendo aqui?

Voz-Melissa-feliz: Okay,okay, to indo… O Word tá até aberto…


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